Olá! Olha só, sábado e domingo foi tão sem coisas interessantes que nem merecem um post para cada dia. Só fiz comprar (agora a moça não desgruda, um saco) e engordar.
É que ela me leva nos restaurantes mais chiques pra se exibir, agradar e manter-me a distância do “ex”, eu acho. Descobri que ela é neta e filha de políticos da região. Mulher parece uma vereadora, conhece tudo, todo mundo e sabe “o que” de “quem” e “quando foi” ou “será”.
Atualmente trabalha para Barack Obama, candidato a Presidência, no comitê de . . . bem, deixa pra lá. O avô é veterano e herói da II Guerra, o pai lutou no Vietnã; adorei essa informação. Era tudo que eu mais queria ouvir. Uma legítima linhagem de fazedores de guerra estilo típico americano. Aff . . .
O meu “ex” adora essas coisas, gente com pedigree! Está bem aonde gosta mesmo, deve se deliciar ouvindo as histórias. Eu já preferia que ela fosse “bi” pra dar-lhe uma e deixar com os olhos revirados.
Mas quanto aos restaurantes, que é para manter a tradição de bem informar, fomos no Legal's Seafoods (Park Plaice) e no domingo no Durgin-Park (Faneuil Hall Marketplace); este é um dos raros lugares de Boston que ainda serve o tradicional feijão cozido. Eu explico:
“Boston é popularmente conhecida nos EUA como "Beantown" (a cidade do feijão), porque feijão cozido no melaço era o alimento favorito na época colonial”.
Já os caras do Parker’s Restaurant, “inventam pratos” que ficaram famosos no mundo inteiro. Alguns exemplos: se você ouvir falar (vai ouvir) da torta Boston Cream Pie, famosíssima, mas que de torta não tem nada; você comerá é um bolo de baunilha recheado de manjar e cobertura de chocolate que foi criado no Parker's; também os rolinhos Parker House foram inventados lá. É conhecido como um dos mais antigos lugares para jantar na cidade.
Eu então “caí de boca” nessas coisas todas, além de comer lagosta de tudo quanto foi jeito no Jumbo Seafood; isso que meu café da manhã foi todos os dias numa espécie de confeitaria, no prédio mesmo. Loucura, quase um almoço.
Nos raros momentos que fiquei a sós com o “ex”, recebi uma informação que me animou muito. Quando ele ainda era da empresa no Brasil (2005 eu acho) a matriz escolheu uns “prováveis” e fez a documentação para que recebessem o “Diversity Visa”, e como éramos casados na época; eu fui incluída. Tudo para facilitar o acesso ao país (que ficou um saco depois do 11 de Setembro), pois ele ficava mais aqui em Boston do que no Brasil. Para quem não sabe, o Diversity Visa é o nome oficial do governo americano para o popular Green Card, objeto do desejo de todo imigrante.
Pois bem, agora eu posso retirar o meu, porque o divórcio ainda não saiu oficialmente e para eles aqui eu sou a legítima senhora “ex”; portanto só preciso transferir meu vôo e segunda-feira passar no lugar indicado para retirar, parece. Vou pensar, esse negócio com o cliente de New York vai me trazer aqui muitas vezes nos próximos 2 anos, então . . .
Mudando de assunto, só consegui acessar a Internet domingo a noite, num Cyber Café e por alguns minutos; enquanto o casal de pombinhos foi ao toalete. O Loveblog estava fora do ar, ou melhor dizendo, com problemas de acesso. Entrava todo deformado e não dava para postar nem um recadinho. Entrei no MSN e peguei o WC Men (cheguei a digitar o nome dele aqui, só na revisão que percebi. Que susto heim?) chegando para trabalhar, tadinho . . . Trabalhando domingo a noite, que dó! (risos)
Mas disse que estava de folga sexta e sábado e que foi pra “farra”, vamos ver se conta, né? Esse negócio de só comentar nossas aventuras não, né? Queremos saber as dele também! Não é não, gurias? Suas assanhadas! To só de olho!
A Karina, geeeenteeeeee! Deixa comentários enormes lá, no nosso só: “passadinha e beijinho”; a Estripulia então? Escreveu quase uma carta. No meu por exemplo ela passa uma vez por mês e olhe lá. Flor nem se fala, já está com ele no MSN? Ta vendo filminho, essas coisas? Malditinha! E você Carolzinha? Mal chegou e já se foi pra lá? E falando intimidades, que gozou e tals; isso que nem sou ciumenta! (gargalhadas)
Quando fui abrir a caixa postal o casal chegou e acabou com a minha alegria, fui com eles embora porque estava de carona e sem opções para sair. Boston, né? Se fosse NYC eu tinha mandado os dois pra PQP e ido pra farra. Mas . . . fazer o que?
Não vejo a hora de regressar e voltar a postar diariamente, escrever e não interagir com vocês é uma tortura chinesa.
Como disse? Que foi um alívio? Que minha ausência preencheu uma lacuna?
Sei! Estão é tudo bandeadas pros lados sei bem de quem . . .
Cuidado heim? Sou vingativa e rancorosa! (gargalhadas)
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